
Pick#46 50 Sheqalim

Frente:David Ben-Gurion, em hebraico: דָּוִד בֶּן גּוּרִיּוֹן , (Płońsk, 16 de Outubro de 1886 — Tel HaShomer, 1 de Dezembro de 1973), judeu polaco, foi o primeiro chefe de governo de Israel. Ben-Gurion foi um líder do movimento do Sionismo socialista e um dos fundadores do Partido Trabalhista (Miflêguet Haavodá), que esteve no poder em Israel ao longo das primeiras três décadas da existência do Estado.
Pick#8 10 korun, 1942

A História da República Checa ou Tcheca começa em 1 de Janeiro de 1993, quando a Checoslováquia separou-se em dois paises pacificamente, resultando em repúblicas independentes: a República Checa e a Eslováquia. Porém a evolução histórica da República Checa começa quando as terras checas foram unificadas pelos Premislides (premyslids). O reino da Boêmia, que atualmente integra a República Checa, foi uma potência regional que atravessou graves conflitos religiosos como as Guerras Hussitas no século XV e a Guerra dos Trinta Anos no século XVII. Uma das figuras mais importante da história da Boêmia foi o Rei Carlos IV que fez de Praga capital da República Checa e um importante centro europeu. Mais tarde, a Boêmia caiu sob influência dos Habsburgos e passou a fazer parte do Império Austríaco. Depois do colapso deste estado, que se seguiu à Primeira Guerra Mundial, os checos e os seus vizinhos eslovacos juntaram-se e formaram a república independente da Checoslováquia em 1918. A Checoslováquia foi invadida pelos alemães em 1939 e depois da Segunda Guerra Mundial caiu na influência da União Soviética. Durante a Primavera de Praga em 1968, uma invasão de tropas soviéticas pôs fim aos esforços dos líderes do país para liberalizar o regime e criar um "socialismo de rosto humano". Em 1989, a Checoslováquia recuperou a liberdade por via da pacífica através da "Revolução de Veludo".Pick#163 20 Escudos, 26.7.1960

Dom António Luís de Meneses, primeiro marquês de Marialva e terceiro conde de Cantanhede, (13 de Dezembro de 1596 — 16 de Agosto de 1675) foi um fidalgo e militar português.
Foi um dos elementos mais activos para a Restauração da independência (1640), dela tomando parte desde a fase da conspiração até às negociações do tratado que encerrou a guerra com Castela.
Em 1641, participou na defesa da Beira, formando um terço de infantaria que comandou como Mestre-de-campo. No Alentejo tomou parte em quase todas as batalhas e escaramuças contra os castelhanos. Em 1644 tomou a vila de Valencia de Alcántara que se manteve portuguesa até 1688. Comandou as tropas portuguesas na batalha de Montes Claros e, juntamente com o conde de Schomberg, infligiu aos espanhóis uma pesada derrota, acabando praticamente com a guerra da Restauração.
Membro do Conselho de Estado e do Conselho de Guerra, Veador da Fazenda e Governador das Armas da Praça de Cascais, a partir de 1643 respondeu pelas obras de reforço da barra do rio Tejo.
Pick#56 5.000 lei, 1945r

A ascensão ao trono em 1859 de Alexandre João Cuza como príncipe tanto da Moldávia como da Valáquia sob a suserania nominal do Império Otomano unificou uma identificável nação romena sob um único governante. Em 1862, os dois principados foram formalmente unidos para formarem a Romênia, com Bucareste como sua capital.
Em 23 de fevereiro de 1866, a assim chamada coalizão Monstruosa, composta de conservadores e liberais radicais, forçou Cuza a abdicar. O príncipe alemão Carol (Carlos) de Hohenzollern-Sigmaringen foi designado como príncipe da Romênia, em um gesto para assegurar o apoio alemão à unidade e futura independência. Seus descendentes governariam como reis da Romênia até a ascensão dos comunistas em 1947.
Pick#185 5mark Reichsbank, 1942


A República de Weimar foi instaurada na Alemanha logo após a Primeira Guerra Mundial, tendo como sistema de governo o modelo parlamentarista democrático. O Presidente da República nomeava um chanceler que seria responsável pelo poder Executivo. Quanto ao poder Legislativo, era constituído por um parlamento (Reichstag). Sucedeu ao Império Alemão.
As circunstâncias em que foi criada a República de Weimar foram muito especiais. Prestes a perder a Primeira Guerra Mundial, a liderança militar alemã, altamente autocrática e conservadora, atirou o poder para as mãos dos democratas, em particular o SPD, que acabou por ter de negociar a paz (ou seja, a derrota na Guerra). Com isso, ficava no ar o saudosismo de uma nação outrora poderosa, nos tempos do imperador, em comparação com a nova realidade democrática, cheia de derrotas e humilhações. Sebastian Haffner chamou-lhe uma "república sem republicanos". Kurt Tucholwski chamou-lhe: "o negativo de uma monarquia, que só não o é porque o monarca fugiu" (o imperador Wilhelm II viu-se obrigado a abdicar).
Face a essa situação política, que alguns compararam a um presente envenenado à democracia, acabou por lançar os fundamentos que permitiram mais tarde a Adolf Hitler posicionar-se como o arauto de um regresso ao passado imperial e antidemocrático da Alemanha e implantar o nazismo.
1933 é o ano terminal da República, já que, embora a constituição de 1919 não tenha sido revista até ao final da Segunda Guerra Mundial, as reformas levadas a cabo pelo partido nazista invalidaram-na muito antes.
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